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Everest — precisa de soluções, não de discursos

O Everest é paradoxo: conquista humana e montanha contaminada. O problema não é só coletar lixo. É descer esse lixo com segurança, sem sobrecarregar pessoas, sem multiplicar riscos.

A ideia é simples, quase óbvia: um trenó guiado, leve e modular, deslizando pela neve para transportar resíduos. 

Só física básica, engenharia inteligente e respeito ao ambiente.

Um sistema que:


  • reduz esforço humano

  • diminui acidentes

  • permite descidas frequentes

  • evita que sacos rolem montanha abaixo

  • pode ser feito de materiais reciclados

  • se integra às cordas já fixas na rota


Não é solução pronta. Não é produto final. Não é promessa. É hipótese. É ponto de partida.

E como toda ideia para ambientes extremos, precisa de:


  • pesquisa

  • prototipagem

  • testes em campo

  • engenharia de materiais

  • parceria com Sherpas e equipes locais


Se funciona no Ártico e na Antártica, por que não no Everest? Às vezes, o que falta não é tecnologia — é olhar.

Um trenó guiado não resolve tudo. Mas pode inaugurar uma nova abordagem para um problema que já passou do limite.

O Everest não precisa de mais discursos. Precisa de soluções práticas, seguras e escaláveis.

E toda solução começa assim: com uma pergunta, uma hipótese e coragem de testar. Publicado no dia 18 de janeiro de 2026, no LinkedIn.

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