Everest — precisa de soluções, não de discursos
- Marta Dantas

- 22 de jan.
- 1 min de leitura
O Everest é paradoxo: conquista humana e montanha contaminada. O problema não é só coletar lixo. É descer esse lixo com segurança, sem sobrecarregar pessoas, sem multiplicar riscos.
A ideia é simples, quase óbvia: um trenó guiado, leve e modular, deslizando pela neve para transportar resíduos.
Só física básica, engenharia inteligente e respeito ao ambiente.
Um sistema que:
reduz esforço humano
diminui acidentes
permite descidas frequentes
evita que sacos rolem montanha abaixo
pode ser feito de materiais reciclados
se integra às cordas já fixas na rota
Não é solução pronta. Não é produto final. Não é promessa. É hipótese. É ponto de partida.
E como toda ideia para ambientes extremos, precisa de:
pesquisa
prototipagem
testes em campo
engenharia de materiais
parceria com Sherpas e equipes locais
Se funciona no Ártico e na Antártica, por que não no Everest? Às vezes, o que falta não é tecnologia — é olhar.
Um trenó guiado não resolve tudo. Mas pode inaugurar uma nova abordagem para um problema que já passou do limite.
O Everest não precisa de mais discursos. Precisa de soluções práticas, seguras e escaláveis.
E toda solução começa assim: com uma pergunta, uma hipótese e coragem de testar. Publicado no dia 18 de janeiro de 2026, no LinkedIn.



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