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Calor extremo nas escolas do Rio: 3 caminhos diferentes
Calor extremo nas escolas do Rio já é rotina, com salas a 42 °C, alunos desmaiando e Justiça cobrando plano emergencial. Ar‑condicionado é necessário em áreas críticas, mas sem isolamento vira paliativo caro. Medidas de conforto térmico barato (cortinas verdes, telhados frios, ventilação cruzada) e parcerias com centros culturais, bibliotecas, museus e parques permitem realocar turmas até as obras avançarem, garantindo educação segura e justa em plena emergência climática.

Marta Dantas
15 de jan.1 min de leitura
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