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Proposta #7P: Streaming Personalizado + IA

Redesenhando Netflix, Prime Video, GloboPlay e similares para priorizar propósito, diversidade e impacto social — não apenas tempo de tela.

O problema: As IAs atuais maximizam engajamento e retenção, criando bolhas, fadiga e pouco benefício social. É hora de inverter a lógica: da captura de atenção para a geração de valor humano.

A solução: Streaming Personalizado + IA — recomendações orientadas por propósito, transparência algorítmica e trilhas que convertem consumo em ação, aprendizado e impacto.

Princípios essenciais


  • Personalização com propósito: o usuário escolhe objetivo (aprender, relaxar, agir, empreender).

  • Repertório expandido: recomendações que desafiam e diversificam, evitando bolhas.

  • Curadoria de impacto: conteúdos vinculados a ações concretas e oportunidades locais.

  • Soberania de dados: controle claro sobre o que alimenta recomendações.

  • Parcerias regenerativas: ONGs, escolas e empresas oferecem trilhas, micro‑certificações e créditos de aprendizagem.


Categorias de trilhas a incluir (além de entretenimento e impacto social)


  • Empreendedorismo e inovação — cases, cursos rápidos, trilhas para criar negócios locais.

  • História da tecnologia — contexto crítico sobre como chegamos aqui e lições para o futuro.

  • História da arte — repertório cultural que amplia sensibilidade e diálogo.

  • Ciência cidadã — documentários + convites para projetos locais de coleta de dados.

  • Saúde mental e bem‑estar — trilhas que combinam conteúdo e práticas guiadas.

  • Educação financeira e trabalho — micro‑cursos e conexões com vagas e incubadoras.

  • Políticas públicas e cidadania — conteúdos que geram participação e ação coletiva.


Aplicação prática (piloto de 6 meses)


  • Implementar telas por trilhas cognitivas (entretenimento, aprendizagem, impacto, empreendedorismo).

  • Inserir transparência de recomendação (por que foi sugerido, quais dados).

  • Ligar conteúdos a ações locais (voluntariado, cursos, projetos) e a micro‑certificações.

  • Medir por índice de impacto humano: bem‑estar, aprendizado e engajamento cívico, além de minutos assistidos.


Transformar plataformas em trilhas de desenvolvimento humano é viável e escalável. Publicado no dia 27 de fevereiro de 2026, no LinkedIn.

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